Origem do Mosqueteiro
Existem duas versões sobre a origem do Mosqueteiro como mascote do Corinthians:
- Versão não oficial: Segundo relatos de historiadores, o Mosqueteiro teria aparecido pela primeira vez em 1913, quando o Corinthians lutou por uma vaga na Liga Paulista contra outros clubes. Nessa época, o trio Americano, Germânia e Internacional era conhecido como "Os Três Mosqueteiros" por resistir à Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA). O Corinthians, ao garantir sua vaga, foi apelidado de "Quarto Mosqueteiro" pela imprensa local.
- Versão oficial: A história mais aceita é que o mascote surgiu em 1929, após a primeira vitória internacional do Corinthians contra o Barracas da Argentina. O jornalista Thomaz Mazzoni comparou a fibra do time com a dos mosqueteiros em sua crônica para A Gazeta, celebrando a determinação e a força do elenco corintiano.
Outros Mascotes Oficiais
Além do Mosqueteiro, o Corinthians teve outros dois mascotes oficiais:
- São Jorge: Representa a proteção divina sobre o time e seus torcedores.
- Gavião: Simboliza a força e paixão dos torcedores, especialmente da torcida organizada Gaviões da Fiel.
Modificações no Mascote
Não há registros de modificações significativas no design do Mosqueteiro ao longo dos anos. No entanto, a representação e o uso do mascote podem ter variado em diferentes contextos e materiais promocionais do clube.
Conclusão
O Mosqueteiro é um símbolo poderoso do Corinthians, representando coragem, lealdade e espírito de luta. Embora não tenha passado por modificações visuais significativas, sua origem e significado são fundamentais para a identidade do clube.